Planeta Favela

Livro de Mike Davis – Tem fotos do Rio…

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Relações Sociais e Serviço Social no Brasil – Esboço de uma interpretação histórico-metodológica

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Contracapa: Neste livro, Marilda Villela Iamamoto e Raul de Carvalho apresentam uma contribuição  importante para o conhecimento das relações de classes no Brasil. Trata-se  de trabalho indispensável, pelos aspectos históricos e teóricos examinados. A história do Serviço Social no Brasil tem muito a ver com a história da sociedade brasileira. As atividades das instituições e dos profissionais do Serviço Social revelam novos e surpreendentes aspectos das relações sociais. Por um lado, são trabalhadores, operários, empregados e funcionários que estão em causa, como pessoas, famílias, grupos e categorias sociais. Por outro, são empresários, governantes e setores da Igreja que se acham em questão. Vistas em conjunto, e ao longo da história, essas relações expressam diferentes ângulos das relações de classes. Sob vários aspectos, este livro é importante para o conhecimento da teoria e prática do Serviço Social. Trata-se de mais uma contribuição notável à compreensão da história das relações e contradições de classes na sociedade brasileira.

Octavio Ianni

Uma Ética para o Novo Milênio

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Contra capa: Quanto mais coisas vejo no mundo, mais claro fica para mim que, sejamos ricos ou pobres, instruídos ou não, todos desejamos ser felizes e evitar os sofrimentos.

Constato que, de modo geral, as pessoas cuja conduta é eticamente positiva são mais felizes e satisfeitas do que aquelas que se descuidam da ética. Tentarei mostrar neste livro o que quero dizer com a expressão “conduta ética positiva”.

Uma revolução se faz necessária, mas não uma revolução política, ou econômica, ou mesmo tecnológica. O que proponho é uma revolução espiritual.

Ao pregar uma revolução espiritual, estaria eu afinal defendendo uma solução religiosa para nossos problemas? Não. Cheguei à conclusão de que não importa muito se uma pessoa tem ou não uma crença religiosa. Muito mais importante é que seja uma boa pessoa.

Estas declarações podem parecer estranhas, vindas de um personagem religioso. Porém, sou tibetano antes de ser Dalai Lama, e sou humano antes de ser tibetano. Portanto, como ser humano tenho uma responsabilidade muito maior para com toda a família humana – uma responsabilidade que na verdade todos nós temos.

Sua Santidade, o DALAI LAMA.

Orelhas: Cada uma de nossas ações conscientes e, de certa forma, toda a nossa vida podem ser vistas como resposta à grande pergunta que desafia a todos: “Como posso ser feliz?”

No entanto, estranhamente, minha impressão é que as pessoas que vivem em países de grande desenvolvimento material são de certa forma menos satisfeitas, menos felizes do que as que vivem em países menos desenvolvidos.

Esse sofrimento interior está claramente associado a uma confusão cada vez maior sobre o que de fato constitui a moralidade e quais são os seus fundamentos.

A meu ver, criamos uma sociedade em que as pessoas acham cada vez mais difícil demonstrar um mínimo de afeto aos outros. Em vez da noção de comunidade e da sensação de fazer parte de um grupo, encontramos um alto grau de solidão e perda de laços afetivos.

O que gera essa situação é a retórica contemporânea de crescimento e desenvolvimento econômico, que reforça intensamente a tendência das pessoas para a competitividade e a inveja. E com isso vem a percepção da necessidade de manter as aparências – por si só uma importante fonte de problemas, tensões e infelicidade.

O descaso pela dimensão interior do homem fez com que todos os grandes movimentos dos últimos cem anos ou mais – democracia, liberalismo, socialismo – tenham deixado de produzir os benefícios que deveriam ter proporcionado ao mundo, apesar de tantas ideias maravilhosas.

Meu apelo por uma revolução espiritual não é um apelo por uma revolução religiosa.

Considero que a espiritualidade esteja relacionada com aquelas qualidades do espírito humano – tais como amor e compaixão, paciência, tolerância, capacidade de perdoar, contentamento, noção de responsabilidade, noção de harmonia – que trazem felicidade tanto para a própria pessoa quanto para os outros.

É por isso que às vezes digo que talvez se possa dispensar a religião. O que não se pode dispensar são essas qualidades espirituais básicas.

No Guidão da Liberdade – A incrível história do brasileiro que fez a volta ao mundo em uma bicicleta

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Contra Capa: Um dia, Antonio Olinto, um jovem advogado que nunca havia sequer andado de avião, decidiu largar tudo e afinal realizar seu sonho: fazer uma longa viagem pela Europa, de bicicleta. Com muito treino e algumas pequenas economias, ele se lançou à aventura. Mas seu sonho acabou levando-o muito mais longe: depois de três anos e meio de viagem, e apenas U$ 10 mil de despesas, Antonio Olinto havia feito a volta ao mundo. Descubra em No Guidão da Liberdade o fascínio especial do cicloturismo, em uma aventura feita de noites estreladas, encontros surpreendentes, o contato direto com muitos povos e culturas, e da maior experiência de todas: a da fé, da coragem e da confiança.Orelhas: Antonio Olinto, meu querido amigo Toninho, deixava-me sem jeito cada vez que eu voltava das minhas expedições. Parabenizava-me, elogiava-me muito. Sem querer, revelava em seu olhar o desejo de estar lá, realizando seu sonho, conquistando a sua liberdade. Lá, onde? Fazendo o quê? Nem mesmo ele sabia, ainda que não deixasse de viajar seguidamente em sua moto, à procura destas respostas. Um dia levei o Toninho para a montanha, para subir o Pico Paraná. Depois de uma caminhada de 25 km, começamos a enfrentar a parte final e justamente a mais difícil. O tempo estava horrível. Nuvens baixas, carregadas de umidade, eram continuamente jogadas contra a montanha e nos atingiam em cheio. No meio daquela tempestade pude perceber que, embora ele se movesse com dificuldade, tinha dentro de si uma força de vontade imensa e um desejo ainda maior de cumprir o nosso objetivo. Assim chegamos, tremendo de frio, no alto dos 1965 m do ponto culminante do sul do Brasil.
Meses depois ele apareceu de bicicleta, bem mais magro, dizendo que já estava pedalando de 80 a 100 km por dia. Em plena forma física e radiante de energia, foi logo confessando que iria abandonar sua promissora carreira de advogado e pedalar um ano pela Europa. Para muitos, o meu amigo havia enlouquecido de vez; mas eu sabia que ele jamais se sentiria livre se não realizasse aquele sonho. Sua viagem acabou durando mais de três anos: Toninho pedalou através da Europa, África, Ásia e América, cobrindo 34 países e 46.620 km.
Enquanto Toninho fazia sua volta ao mundo de bicicleta, eu continuei escalando as minhas montanhas. Minhas saudades eram aliviadas com raros cartões postais, mas a lembrança mais forte vinha sempre daquela nossa experiência no Pico do Paraná. Então eu me tranquilizava, pois sabia que toda a sua determinação e entusiasmo poderiam levá-lo para onde ele quisesse ir. No Guidão da Liberdade certamente trará a inspiração para todos aqueles nossos sonhos que ainda não foram realizados: é uma prova de que, quando se tem fé, nada é inatingível.
Waldemar Niclevics
Autor do livro Everest, o diário de uma vitória
Antônio Olinto Ferreira, advogado, completou em 1996 a volta ao mundo em uma bicicleta. Passou por 34 países de 4 continentes, pedalou 46.620 km em 3 anos e meio de viagem. Atualmente mora em um motor home e pesquisa roteiros para viagens de bicicleta a fim de divulgar o cicloturismo no Brasil.

Cem dias entre Céu e Mar

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No meio da narrativa de sua travessia solitária num pequeno barco a remo entre a África e a Bahia, Amyr Klink nos revela a sua atração pelos relatos de expedições marítimas de três navegadores que fizeram a conquista do pólo sul. Segundo Amyr, eram relatos fascinantes, principalmente porque ele os lia sentado numa escrivaninha, na casa da família em Paraty. Assim dizendo, o autor desvenda o segredo das histórias que leu e das que escreve desde então: aventura é aventura mesmo quando é vivida e, depois, contada. Os mares a que Amyr Klink se lançou já tinham sido antes por vários outros navegados. Não havia propriamente novidade no trajeto, que muito se baseava nas avenidas abertas entre correntes e ciclos de ventos pelos portugueses dos tempos dos grandes descobrimentos. Também não havia grande espanto no pequeno tamanho do barco a remo, já que outros de seu porte já tinham vencido águas geladas e raivosas. Mas sobrava a vontade de se valer das experiências anteriores para desenhar um desafio: o de querer fazer e conseguir juntar gente em torno de uma idéia. A preparação da viagem é tão rica em coincidências e cuidados quanto o desenrolar dos dias no mar é rico em peripécias. As emoções vêm do respeito às grandes tempestades, dos sustos com os ataques dos tubarões, das belas surpresas, como a companhia dos peixes dourados, e do maravilhamento com a aproximação de uma creche: filhotes de baleias, fêmeas e um zeloso macho negro. O cotidiano é feito de remar oito horas por dia, de fazer cálculos precisos, de tirar alegria da refeição deliciosamente desidratada, e de ter muito tempo para só contar consigo diante do poder maior da natureza. Dessa rotina surge um homem sem dúvidas, forte o suficiente para traduzir o que aprendeu, em belas frases (O medo de quem navega não é o mar, mas a terra) ou em sinceros e sábios lugares-comuns (No mar, o menor caminho entre dois pontos não é necessariamente o mais curto, mas aquele que conta com o máximo de condições favoráveis). Ao final da leitura, também na escrivaninha ou no sofá, o leitor sente-se um pouco aprendiz dos mares, e disposto a enfrentar um de seus medos, aliás o único permitido ao navegador: o medo de nunca partir.

Fonte:http://www.livrariabrasil.net/product_info.php?products_id=97

A Jangada de pedra

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Contracapa: “Mãe amorosa, a Europa afligiu-se com a sorte das suas terras extremas, a ocidente. Por toda a cordilheira pirenaica estalavam os granitos, multiplicavam-se as fendas, outras estradas apareceram cortadas, outros rios, regatos e torrentes mergulharam a fundo, para o invisível.” Pois os Pirineus racham-se por inteiro: a Península Ibérica se desgarra do resto do continente e passa a flutuar no oceano como uma ilha – uma jangada de pedra. “A esse espetacular acidente geológico somam-se outros insólitos que unem os quatro personagens principais do romance numa viagem apocalíptica e utópica pelos caminhos da linguagem e, por meio dela, pelos da arte e da cultura peninsulares”, nas palavras do poeta Carlos Vogt. Um grande romance de um dos maiores escritores da literatura em língua portuguesa.

O Cortiço

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Este livro é de domínio público e está disponível em pdf.

Contracapa:

PAULUS Editora é uma entidade filantrópica formada pelos Padres e Irmãos Paulinos, com caráter beneficente, assistencial, social e educativo.

Este volume integra o projeto Leitura para a Cidadania, que consiste na doação anual de milhares de livros para a formação educacional de crianças, adolescentes e adultos em escolas públicas, hospitais, presídios e entidades sociais de todo o país.

A PAULUS Editora tem consciência de que acreditar no Brasil é também investir em educação, possibilitando, a um maior número de pessoas, o acesso ao que existe de melhor na cultura.

“O Cortiço”, um retrato da vida urbana no fim do século 19

Romance ambientado no Rio de Janeiro desenha painel da sociedade brasileira e de suas relações sociais, econômicas e de poder

Marina Morena Costa, iG São Paulo

Denunciar as mazelas sociais e se afastar da visão fantasiosa da vida, presente no romantismo. Estes eram os principais objetivos do movimento literário Realismo-Naturalismo, no qual “O Cortiço” se insere. O romance de Aluísio Azevedo, publicado em 1890, desenha um amplo painel da sociedade do Rio de Janeiro do fim de século 19 e de suas relações sociais.

“Esse livro é um cânone. É um dos primeiros que trata, sobretudo, das personagens que trabalham. Ele dá visibilidade à figura do trabalhador”, destaca Angela Maria Rubel Fanini, doutora em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e autora da tese “Os romances-folhetins de Aluísio Azevedo: aventuras periféricas”.

Em “O Cortiço” temos uma gama de personagens trabalhadores, de diferentes profissões – lavadora, ferreiro, operário – reflexo das transformações que o País enfrentava: determinação do fim do tráfico negreiro (1850) e da escravatura (1888), decadência da economia açucareira, industrialização e crescimento das cidades. Azevedo tenta fotografar o real e traz todos esses elementos e conflitos para o romance.

A história se dá em dois ambientes principais bem diferentes, o cortiço do João Romão e o sobrado do Barão Miranda, figura que representa a elite brasileira. “Temos a presença de várias camadas sócio-econômicas, desde a classe dos mais humildes, passando pela pequena classe média, burguesia e elite. O autor faz uma síntese da sociedade naquela época”, ressalta Angela, que também é professora de Letras da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

Angela aconselha os estudantes a prestarem atenção nos diversos conflitos que a obra apresenta. “Há relações de conflito interracial, oposição entre escravidão e trabalho livre, brasileiros e portugueses – havia uma animosidade, por conta da colonização”, afirma a professora.

O romance pretende denunciar a exploração do homem pelo próprio homem, expondo situações e relações de poder dentro de uma habitação coletiva. A leitura atenta leva a compreensão da proposta do Realismo-Naturalismo, que era pautado pela razão e pretendia fazer uma investigação, quase científica, dos mecanismos sociais.

Fonte: Último Segundo/ Educação

As Invasões Bárbaras – O Declínio do Império Americano continua…

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Considerado um dos melhores filmes de 2003, As Invasões Bárbaras é um filme raro. Emocionante sem ser piegas e ao mesmo tempo moderno.

O diretor Denys Arcand promove o reencontro dos amigos de O Declínio do Império Americano dezoito anos depois. Eles estão juntos novamente para se despedir do divorciado Rémy, abatido por um câncer raro. A reunião é promovida por seu filho yuppie.

Sensível, envolvente, com um humor afinadíssimo e muito inteligente, As Invasões Bárbaras ganhou dois prêmios no Festival de Cannes: Melhor Roteiro e Melhor Atriz (Marie-Josée Croze), além de ser indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro.

Colorido/ 94 min/ 18 anos

 

Plenária sobre Mobilidade Urbana em Mauá

Em 20/03/14 participei de uma (no Parque das Américas) das cinco Plenárias de Mobilidade Urbana que estão sendo promovidas pela atual gestão municipal. Estava marcada pras 19h e começou as 19:30h com a fala do prefeito Donisete Braga, que, dentre muitas coisas sobre diversos assuntos, considero mais importante a explicação sobre o retorno, para a Prefeitura, do direito de abrir novas licitações e retomar o controle sobre o transporte. Também garantiu que a nova licitação será só para modelos 2014/2014 (se agente quiser ao invés de um modelo 2014, dois modelos 2010 problema nosso).  Após a fala, se retirou pra outro compromisso.

Na sequência, apresentação de vídeo institucional relatando os projetos da Prefeitura (basicamente: viaduto, ponte, mais pistas) para a mobilidade, seguidas de falas chatas (à essa altura eu já estava chata também, que saco! Agente só ouve, ouve, quando é que agente pode falar!) dos secretários, Rômulo (Relações Institucionais), Paulo Eugênio (Mobilidade Urbana) e Edilson de Paula (Governo), além do vereador José Cassimiro (PT).

Auto-elogios, sobre construção do Rodoanel, Shopping, uma explicação apressada sobre a lei da Mobilidade de 2012 e a consequente necessidade de elaboração do Plano Municipal até 2015, e as 20:30h, se abriu o microfone para a “participação popular”. Quem quisesse se candidatar para delegado, também já poderia tê-lo feito desde o início, deixando o nome com uma pessoa responsável.

Nem consegui prestar muita atenção nas outras falas, uma vez que estava concentrada no que eu ia dizer nos meus míseros 2 minutos, mas foram sobre mudança de nome da estação de trem para Parque das Américas ao invés de Guapituba; alguma reclamação sobre denúncia feita à prefeitura que não dá em nada (essa nem ouvi direito porque a próxima a falar seria eu), minha fala, que direi adiante; um senhor cego que falou sobre os problemas com calçadas; solicitação de faixa de pedestre; alteração de linha de ônibus; adequação para mobilidade de deficientes e acabou. Falas pontuais, problemas pontuais que, espero eu, não se pareçam em nada com participação, decisão, autonomia. Espero que possamos muito mais!

Na minha fala, procurei retomar os últimos acontecimentos que sacudiram o país inteiro. Relembrei que em dezembro de 2012 nos tornamos a cidade com a passagem mais cara, também do país inteiro. Muitas pessoas, mais gente que as 141 daquela plenária, foram às ruas protestar e tiveram como resposta os ouvidos atentos da polícia militar e guarda civil, paramentadas com cavalaria, bomba de gás, balas de borracha. Já na plenária engomadinha sugeri então que a cidade adote a tarifa zero para os transportes – creio que era o mais sensato a se indicar. Com relação ao transporte por bicicletas, na cidade que detém o maior bicicletário da América Latina, lembrei quão vergonhosa é a infraestrutura do modal por aqui, e já que se planejam tantos viadutospontespistas novas, que se comemora rodoanel e shopping, que pelo menos adaptem as duas passarelas existentes entre as estações Guapituba e Mauá.

Paulo Eugênio comentou todas as falas. Sobre as minhas indicações: sim, é possível a tarifa zero, só não tem dinheiro pra isso agora. E quanto às passarelas, são do governo do estado e parecem que serão contempladas nas reformas estatais. Também acha que precisa melhorar a infraestrutura cicloviária.

Sobre os delgados, haviam 14 vagas, mas só 6 pessoas se candidataram, entre elas, eu. O que faremos? Depois que o plano estiver pronto, elaborado por uma empresa que não sabemos qual, seremos chamadxs novamente a “participar”.

Ao final, fotos, com as quais contribuí com meu sorriso amarelo e cansado.

Outras notícias sobre o assunto:

Nova licitação dos transportes é apresentada aos munícipes

Prefeitura promove reuniões plenárias para discutir mobilidade

Primeira plenária da Mobilidade elege seis delegados no Jardim Zaíra

Segunda plenária da Mobilidade reúne 141 pessoas no Parque das Américas